segunda-feira, novembro 05, 2007

Desejo Proibido - 1º episódio

Liguei a tv disposta a não levar nada do que eu visse a sério. E foi assim até a metade da segunda parte. Mas aí eu cansei de fazer minhas anotações e o pior aconteceu - meu senso crítico (se é que ele existe) foi abduzido.

A abertura é bonitinha, mas me lembra muito uma (ou duas) do Manoel Carlos. Sonho Lindo, na voz da Tânia Mara, ficou um porre. Em A Usurpadora era bem mais legal.

Estava achando a trilha sonora legal, até aparecer o Caetano (ou algo muito parecido com ele) cantando.

Não dá pra achar a Fernanda Vasconcelos legal. A Betina era um porre, a Nanda era um porre até morta e a Laura tem tudo pra ser um porre. Ela é sem graça. Encontrei muita semelhança física entre ela e a Laranjinha (amiga da Moranguinho). As duas são cabeçudas e sardentas. Ao contrário dela, Marcos Caruso até que ficou bem. Prova de que em Páginas da Vida o personagem dele é que era chato. E não ele que deixa todos os personagens chatos como ela.

Se o Murilo Rosa fosse padre da minha paróquia eu iria me confessar toda semana. =P

Momento vergonha alheia do capítulo: Laranjinha dançando e cantando "Jura".

3 Comments:

ACANTHA said...

Confesso que tenho medo de padres..
E comparar a moça com a moranguinho foi perfeito!!

André said...

Mymi,

boa tarde!

Vi o endereço de seu blog no Blogblogs.
Achei o blog muito interessante e vim propor a parceria via troca de links. Meus blogs são:

http://poemasdeandreluis.blogspot.com [ Gritos Verticais ]
http://poeticaheretica.blogspot.com [ Pó(ética Herética) ]
http://gritosverticaisdanaturezapoetica.blogspot.com [ Raiz de Cem ]
http://sonsdesonetos.blogspot.com [ Sons de Sonetos ]
http://prosaepoesia.wordpress.com [ O Poema Nosso de Cada Dia ]


http://almadepoesia2007.blogspot.com/ [ Alma de Poesia ]
http://naturezapoetica2007.blogspot.com/ [ Natureza Poética ]



Pode ser com todos ou só com algum(ns). Isso fica ao seu critério. Fico aguardando.

Grande abraço!


André L. Soares.
.
.
.

Ana said...

não concordo com uma única palavra, excepto na parte em que fala de Murilo Rosa.